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24 de mar. de 2014

Review – Site Pure Holocaust – maio/2005


Review – Site Pure Holocaust – maio/2005 – Cd-demo “WAR”
Posted in Demo Reviews on July 30, 2009 by knightridermetal
Data: maio/2005

por: Sigurd, Nota 8.0

Más material desde el norte de Brasil.
Knigthrider es un quinteto Bahiano compuesto por Valmar Oliveira (voces), Joao Paulo ( guitarra ) , Alfred Jagersbacher ( guitarra y voces ), Liederson Silva ( Bajo ) y Bruno Queiroz ( drums ).
Este quinteto nos presenta una mezcla de clásico thrash/Death metal ochentero/noventero con elementos reconocibles y siempre vigentes de Heavy metal , mucho riffs filoso y agresivo, melodía siempre presente, ideas interesantes, quizás no muy frescas u originales, pero interesantes y que incluso acá en Chile no son demasiado utilizadas ni aprovechadas.


Temas a destacar o a comentar : todos , y lo digo en un afán de que todos los tracks aportan algo a la esencia de la banda y su propuesta Thrash Metal con ese airecillo de las primeras bandas que mezclaron este querido sonido con el Death metal más radical. Sí no me creen oigan el tema 5 “Godforsaken” y ese airecillo medio Sadus ( sin la legendaria técnica claro ) es sin dudas algo muy agradable de escuchar.

Como inicio , Knightrider nos presenta material interesante y con un buen nivel creativo. Los únicos puntos que podría criticar serían el sonido que sin ser malo merma un poco el nivel de lo que este quinteto desea entregar y la carátula que si bien rememora la onda del antiguo Thrash Metal es un poco… horrible como ilustración.

Como sea, me deja un grato sabor y esperemos que la banda logre salir adelante con su propuesta ya que tienen elementos para lograr algo a futuro.

8.0/ 10

Sigurd

PORTUGUESE VERSION

por: Sigurd, Nota 8.0

Mais material do Nordeste do Brasil.

Knigthrider é uma banda baiana composta por Valmar Oliveira ( vozes), Joao Paulo ( guitarra ) , Alfred Jagersbacher ( guitarra e vozes ), Liederson Silva ( Baixo ) e Bruno Quieroz ( bateria ).

Esta banda apresenta uma mistura de clássico thrash/Death metal oitenta/noventa com elementos reconhecidos e sempre vigentes no Heavy Metal , muitos riffs afiados e agressivos, melodia sempre presente, idéias interessantes, embora não muito novas ou originais, mas interessantes e que inclusive aqui no Chile não são muito utilizadas ou aproveitadas.

Temas a destacar ou a comentar : todos , e eu digo-o em uma ânsia que todas as trilhas contribuem na essência da banda e em sua proposta Thrash Metal com essa brisa das primeiras bandas que mesclaram este querido som com o Death metal mais radical. Se não me engano, ouçam a faixa 5 “Godforsaken” e essa lembrança de Sadus ( sem a legendária técnica claro ) é sem dúvida alguma muito agradável de escutar.

Como início , Knightrider nos apresenta um material interesante e com um bom nível criativo. Os únicos pontos que poderiam se criticar são o som que, sem diminuição má, ha um baixo nível pelo que esta banda deseja apresentar, e a capa com o título que embora traga recordações da onda do antigo Thrash Metal é um pouco… horrível como ilustração.

Seja como for, me deixa um agradável sabor e esperemos que a banda siga adiante com sua proposta desde que tenha elementos para obter algo no futuro.

8.0/ 10

Sigurd

Review – Site Reidjou – março/2005


Review – Site Reidjou – março/2005 – Cd-demo “WAR”
Posted in Demo Reviews on July 30, 2009 by knightridermetal
Data: março/2005

Resenha: http://www.reidjou.com

por: David Giassi (Vertigo)

A Knightrider e formada pelo veterano Valmar nos vocais (que já participou de bandas como Dead Shadows), João Paulo e Alfred Jagersbacher nas guitarras, Liederson Silva no contrabaixo e Bruno Queiroz na bateria. O Cd chama-se “War” e a gravura da capa lembra bem as dos discos de Metal dos anos 80. 
Os caras executam um pesado e trampado Trash Metal que beira o Death em algumas passagens. Os vocais de Valmar estão excelentes, são bem guturais mas de fácil entendimento, contrastando com os de Alfred, que faz os backings numa linha mais aguda (por sinal, muito bem cantados!), o que acaba sendo o grande diferencial da banda como podemos ver logo na primeira faixa do CD, “War”. Já na terceira faixa: “The Clown”, vemos um toque de Iron Maiden no instrumental (com arrasadores solos de guitarra). A variação da bateria e a velocidade do baixo também dão a tônica do grupo. O Cd ainda traz “In Nomini Patri”, a melhor na minha opinião e “Godforsaken”, com um arranjo surpreendente e bem veloz. 

Com este lançamento, a Knightrider prova que o Metal dos anos 80 ainda está vivo e atuante sem precisar recorrer a modismos ou inovações. Realmente empolgante!!

David Giassi (Vertigo)

Review – MetalVox – junho/2004


Review – Site MetalVox – junho/2004 – Cd-demo “WAR”
Posted in Demo Reviews on July 30, 2009 by knightridermetal
Data: junho/2004

Resenha: http://www.metalvox.com.br

por: Rosberg Lima (RL), Nota 7.0

Esta banda baiana formada no fim de 2002 apresenta seu primeiro trabalho, o cd demo chamado “War”.

Mesclando elementos de bandas como Iron Maiden e Iced Earth entre outras. Porém eles fazem um Thrash/Death matador, a faixa-título mostra isso claramente, vocais poderosos numa linha Death/Black, além do instrumental totalmente moldado no Metal tradicional. “War”, “A Shining Day Of Life”, “The Clown”, “In Nomine Patri”, “Godforsaken” compõem este cd-demo que mostra um Thrash/Death técnico com riffs e bases bem elaboradas.

O Knightrider conta com Bruno Queiroz (drums), João Paulo (guitar), Liederson Silva (bass), Valmar “Fly” (Vocal) e Alfred Jagersbacher (guitar/vocals).

Ótimo trabalho que não poderá passar despercebido.

Review – Roadie Crew # 64 – maio/2004


Review – Roadie Crew # 64– maio/2004 – Cd-demo “WAR”

Data: maio/2004

Resenha: Roadie Crew magazine

por: Ricardo Batalha

O Knightrider apresenta em War a mescla do Death/Thrash (à la Torture Squad), Heavy (Maiden e Iced Earth) e Black Metal (em alguns vocais).

Na faixa-título encontram-se os elementos citados, com vocais na linha Death/Black (a cargo do vocalista Valmar Oliveira e do guitarrista/vocalista Alfred Jagersbacher), alem de um instrumental calcado no Metal Tradicional.

O Knightrider conta com Bruno Queiroz (bateria), João Paulo (guitarra), Liederson Silva (baixo) e os citados Alfred e Valmar.


COLETÂNEA EXTREME NORDESTE METAL


por: Neila Bahia

Resenha disponível no website: Reidjou.com 

A Internet é uma ferramenta crucial, rápida e eficiente na ajuda da divulgação de bandas independentes. Prova disso é a proposta da coletânea EXTREME NORDESTE METAL que, com 15 faixas, traz em seu primeiro volume uma compilação do que tem circulado de novo e relevante por estas terras. O álbum, com lançamento apenas virtual, apresenta desde o Heavy até o extremo Black Metal. Este trabalho só foi possível por conta da articulação dos idealizadores juntamente com as bandas que disponibilizaram seu material, antenados com as possibilidades do meio virtual que aproxima vizinhos distantes, e não tão distantes, na segunda maior região do País.

Para abrir o trabalho, mostrando uma mescla poderosa de Heavy e Thrash Metal, ninguém menos que a KNIGHTRIDER (Salvador/BA) com a música The Clown, faixa de sua demo intitulada “War”. A partir disso, o que se ouve é uma sequência de músicas bem trabalhadas para os ouvidos atentos dos headbangers. SUBINFECTED (Recife/PE) traz o Death Metal com a música Paradiese, de seu CD homônimo. Em seguida é a vez do Doom/Gotic dar as caras com a banda SAMANTTHA cantando Rain of Tears, do CD batizado com o mesmo nome da banda. E isso é só o começo.

Quarta faixa e a desgraceira se faz presente. A PAGAN SPIRITS (Macaparana/PE) vem com a composição Em Trevas, primeira faixa da demo “Reino da Escuridão”. Contudo, a banda não é só obscuridade, as guitarras bem trabalhadas e uma bateria veloz e cadenciada são presenças marcantes. HEVORA (Teresina/PI) com Wings Aflame, da demo “Breaking The Curse”, se caracteriza por riffs pesados, bateria com tons super graves, secos e ressonantes. Os vocais rasgados lembram muito o Heavy oitentista – acredito ser esta a proposta dos caras -, os solos bem elaborados dão um toque final. Coisa bonita de se ouvir. O vocal gutural cantando em português é uma ótima pedida, casou perfeitamente.

A densidade do instrumental da INSANO (Timbaúba/PE) mostra um Crossover/Thrash feito com maestria. Tormento, canção extraída da demo homônima à banda, é um verdadeiro convite ao bate-cabeça. O refrão repetitivo entranha na mente. Vai ser difícil ficar parado. Seguindo as meclas mais impensadas e bem elaboradas, A HOMEM METEORO (Salvador/BA) apresenta sétima faixa, Dúvidas. Solos nada convencionais dão o ar da graça. Gritos incompreensíveis aliados ao instrumental denso criam uma sonoridade delirante e cheia técnica ao mesmo tempo. Clandestine, composição que dá nome ao álbum da SILENT MOON (Recife/PE), é uma das faixas mais bonitas desta coletânea senão a mais bonita. Heavy Metal melódico muito bem feito agradará com certeza aos amantes do estilo.

Como na maioria das coletâneas, a inconstância dos estilos é peça chave. Na nona faixa, o melódico cede lugar ao Black/Heavy Metal da DAIMONT (Timbaúba/PE), com Inquisition. A junção não costuma agradar os extremistas, mas, neste caso, soou muito bem já que os vocais casaram perfeitamente com os riffs escolhidos. Porém, nem sempre as meclas costumam cair tão bem. No caso da TRUE VIOLENCE (Recife/PE) com False Paradise, as guitarras com pegadas Heavy; vocais ora limpos, ora guturais, dão uma escorregada. Os efeitos utilizado no vocal parecem desencontrados na música.

A MEDIEVILLE (Teresina/PI) apresenta um vocal altamente dramático para Master of Darkness, de sua demo “Insanity Echoes”, e com isso intrumental acaba se sobressaindo até a metade da música. Isto porque não há proeminência dos tons menores do Doom clássico, embora o peso esteja super presente. Ao que parece, tentando compensar, surge um outro timbre vocal que consegue superar isto perfeitamente e o mais importante: sem perder atmosfera sombria.

Seguindo a linha Power/Heavy a DRYAD (Salvador/BA) se caracterizada por uma voz limpa e suave com uma bateria bastante rápida. Obscure Temple é uma ótima música daquelas de ficar observando cada detalhe e se surpreender a cada novo acorde. Próxima faixa, Insanidade. A música da KETER (Salvador/BA) não poderia ter um nome mais apropriado. A velocidade do instrumental e o vocal aterrador (em bom português), justificam isso. O fim se aproxima e com ele o caos. LORD DARKNESS (Macaparana/PE), Black Metal também em português, incorpora elementos nada convecionais ao estilo que dão um ar curioso à canção. O volume da gravação prejudicou a música Deusa Lilith, mas não tira sua beleza delicadamente esquisita. A útima faixa fica por conta da PROCESSED (Goiana/PE) com Last Day of Mankind. Com um Thrash com sonoridade mais sombria e pesada torna-se repetitiva em dado momento. Porém os riffs milímetricos seguram a onda e não deixam que isso se torne um fator tão negativo.

Track List:

01. Knightrider – Salvador/BA
02. Subinfected – Recife/PE
03. Samanttha – Teresina/PI
04. Pagan Spirits – Macaparana/PE
05. Hevora – Teresina/PI
06. Insano – Timbaúba/PE
07. Homem Meteoro – Salvador/BA
08. Silent Moon – Recife/PE
09. Daimoth – Timbaúba/PE
10. True Violence – Recife/PE
11. Medieville – Teresina/PI
12. Dryad – Salvador/BA
13. Keter – Salvador/BA
14. Lord Darkness – Macaparana/PE
15. Processed – Goiana/PE

Review – “War” – Bahia Rock


Review – “War” – Bahia Rock – 2004

Data: 16/04/2004

Resenha: http://www.bahiarock.com.br

por: Rogério Pinheiro

A Knightrider começou sua jornada no ano de 2002 com o intuito de tocar thrash metal, com influências de ícones como Testament, Iced Earth, Iron Maiden e Judas Priest, entre outras.

A banda gravou este demo no ano de 2003, e o lançou em 2004. Produzido de forma totalmente independente, este material agrada aos fãs do metal em geral. Com muita atitude, energia, peso, duetos e vocais guturais/viscerais, a banda esbanja qualidade.

A arte gráfica do cd é ótima, e o material apresenta boa gravação. Este demo conta com 5 faixas: “War”, “A Shining Day of Life”, “The Clown”, “In Nomine Patri” e “Godforsaken”. As músicas são bem tocadas, mostrando um som instigante, fazendo com que os bangers de plantão sintam vontade de bater cabeça até o pescoço cair. As letras são bastante variadas, e retratam a guerra, a dualidade do ser humano, fé e sociedade. Vale dizer que a letra de “The Clown” retrata um fato real, onde John Gacy, vestido de palhaço, matava crianças.

Formação:
Valmar Oliveira (vocal)
Alfred Jagersbacher (guitarra/backing vocal)
João Paulo (guitarra)
Liederson Silva (baixo)
Bruno Queiroz (bateria) (neste material o baterista ainda era o Andyll Jr)

Taí uma banda de futuro promissor…